Viver bem todo mundo quer, mas o que é realmente viver bem?
Hoje vou falar sobre esse assunto realmente polêmico, pois
me espantei com a quantidade de colegas, parentes e amigos meus que usam
antidepressivos e como isso só tem feito eles irem mais e mais ao médico em
busca de doses maiores ou novas fórmulas milagrosas para tal problema.
Em um mundo onde as pessoas vivem muito ainda pelo ego, pelas
ilusões das soluções rápidas, pelo alívio de suas dores emocionais pelos caminhos
imaginados como os melhores atalhos e se esquecem, por estarem entorpecidos com
os efeitos dos medicamentos prescritos, que as origens emocionais ainda se
encontram lá, fermentando e gerando sinais mais intensivos.
Claro que é bom ter um resultado rápido no alívio de um
desconforto, mas será que não está na hora de se ter um novo olhar sobre tais
circunstâncias emocionais?
Muitos me procuram para fazer EFT quando já tentaram muito
da medicina tradicional e obtiveram pouco ou nenhum resultado com o que usaram
de medicamentos e tudo começa a mudar de figura, não somente por eu ser uma
especialista na área, mas porque a pessoa também se decidiu a mudar sua vida e
principalmente através de uma visão mais clara de si e como anda se tratando
através da procrastinação de apreciar seus eventos do passado como sendo algo
que merece ficar no passado, realmente.
As pessoas reclamam que estão envelhecendo e procuram
relaxantes noturnos para aliviar suas faltas de aceitação que o corpo é efêmero
e sua alma sim que é imortal. E nesse ponto não adianta somente acreditar na
alma sendo imortal, o sentir faz toda a diferença sendo o real estado de
percepção de si.
A depressão como diz o paulista metafísico Luiz Gasparetto,
é fazer uma pressão para dentro e a norteamericana Margaret Lynch fala que é
somente uma falta de opção para mudar suas circunstâncias de passado e ai a
pessoa se imobiliza, como última alternativa e seu corpo passa a obedecer seus
comando de imobilização através da falta de vontade de fazer, de ser, como um
dreno de energia incontrolável.
As pessoas se sentem para baixo e muitos procuram esse
alívio que nem sempre vem imediatamente, pois o uso de um medicamento como a fluoxetina
e outros similares demoram mais de 20 dias para geram seus primeiros efeitos
sobre o que o corpo sente, mas não aliviam de maneira alguma a causa de tudo:
suas bagagens emocionais relegadas a segundo plano, talvez pelas suas correrias
na vida, talvez por achar que outros precisam mais de ajuda que elas, se
relegando em último plano por isso; talvez pela solidão que sentem que mal
conseguem identificar do que, e posso dizer que é só o distanciamento de se
darem atenção devida, de cuidarem, aceitando onde estão como ponto de partida.
Eu me pergunto por que as pessoas ainda querem, na sua maioria,
viverem assim, se mal tratando com doses de medicamentos em que muitos efeitos
colaterais aparecem somente muito tempo depois, e se esquecem de, ou mesmo nem
cogitem, que pode ser de uma causa emocional, em que elas estão assim aderindo
ao mal do século que é a depressão, por não se olharem realmente, evitando
talvez mais dor, por acreditarem que a ilusão do resultado imediato é o que faz
todo o sentido.
Para mim essa é realmente o verdadeiro Maya que Bhudha
falava a respeito: não se ver, não se permitir se aceitar, não se permitir que
o passado tenha sido assim, somente porque foi e é só.
Mas para isso não precisa forçar nada. Eu uso EFT para mim e
meus clientes e eles percebem imediatamente as mudanças de percepção da realidade
e traz cada dia mais paz interior, aumentando a aceitação de onde estamos, e
criando um novo ponto de poder se ver e a partir dessa visão mais real de si,
promover mudanças mais centradas e conscientes.
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