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pintor van Gogh |
Olá, como vai nesse rico novo dia?
Baixa estima aparece em muitos níveis. Não só
como vemos nosso corpo, mas principalmente nossas atitudes e comportamentos
quando considerados criticados por nosso familiares.
O que as mentes das pessoas realmente desejam é:
·
Encontrar
o semelhante, pois não choca, não destoa com o que já se considera correto;
·
Fazer
parte de uma tribo, porque parece mais seguro assim, se troca experiências com
menor esforço, retribui-se pelo recebido em momentos em que não tivemos como
nos dar completo suporte.
Mas quando as coisas e atitudes não combinam
com os padrões, e elas não foram criadas para estar dentro de modelos, devido
ao fato que cada um é um ser independente e único, aparece a rejeição de si
como forma de tentar entrar em um modelo pré-estabelecido para conseguir ser
aceito por nossos guardadores ou uma maneira de sermos gratos por tudo o que já
recebemos do lado parental.
Então quando rejeitamos o outro, estamos
rejeitando alguma parte de nós. Por outro lado, quando somos rejeitados de alguma
maneira criamos mecanismos de enquadramento, como é o caso da baixa autoestima
e aqui não estou falando de beleza, mas pode ser encaixado como processo
comparativo, na forma de maior ou menor capacidade intelectual, controle
comportamental e de atitudes pessoais, mobilizando o ser humano a sufocar tanto
seus defeitos com seus dons que tenham alguma conexão com tais distanciamentos
dos modelos padronizados e engessados interiormente.
Esse desejo que demonstra um sacrifício pessoal
do que se é só para ser aceito pelo outro, nunca vai ser atingido e por isso a
luta constante por se ver de outra forma sem um real planejamento para tal.
Por exemplo, se a pessoa não gosta de sua
sensibilidade, pois chora ou se comove por tudo, mas ao mesmo tempo é um
artista, vai precisar ser sensível para perceber e exteriorizar a obra. Então
esse tipo de pessoa vive com sua energia dividida e também lutando o tempo
inteiro para ser o que não é. A sensibilidade e emotividade aparece em muitos
profissionais, como terapeutas, fotógrafos, professores e toda profissão onde é
necessário perceber as entrelinhas do que é dito e até não dito durante a
atividade profissional, quando ocorre a interação com o outro.
Os padrões de exigência do pintor van Gogh eram
tão intensos, que chegou a se automutilar removendo uma orelha, pois suas obras
não expressavam a perfeição que via e ao mesmo tempo foi um artista que somente
teve um real reconhecimento posterior a sua morte, confirmando que quando nos
rejeitamos, o mundo ao redor espelha a rejeição também.
Como nos tratamos, acabamos tratando os outros,
nos variados níveis de exigência nos relacionamentos interpessoais, liquidando
qualquer possibilidade de ter uma relação agradável ou produtiva, pois se critica
muito sem soluções para os problemas encontrados no outro, exigências de
atenção e reconhecimento, a qual a maioria não se dá, bem como dúvida mental se
aquela é a relação adequada para si na etapa em que se vive.
Todas essas atitudes de baixa autoestima são
mutiladoras do foco e atitude, reduzindo o poder de realização por não estar do
seu próprio lado.
O uso da EFT para fazer as pazes consigo é
crucial, pois ninguém é o que se espera e sim o que pode ser, faz com que se
reduza a auto sabotagem pessoal e acaba sobrando mais energia para reais
mudanças com planejamento e objetividade.
Na série rejeição de si tenho dicas importantíssimas
de como fazer EFT para tais objetivos e o vídeo que mais gosto é o terceiro da
série bom proveito!