
Já falei anteriormente que tenho
uma aluna de química, física e matemática que teve pouco oxigênio no seu
nascimento e por isso sua idade mental é ao redor de 13 anos, mas sua idade
física é de 22 anos.
Fomos ao circo juntas, por
convite de sua tia, e enquanto esperávamos o início do espetáculo, essa minha
estudante mencionou subitamente que estava tão difícil na escola que tinha
vontade de desistir dos estudos.
Então sua tive fez uma pergunta
crucial: e fazer o que da vida?
Ela ficou calada, como sem
resposta, mas ela tinha certeza que esse sacrifício dos estudos não estava
valendo à pena e por isso preferia largar para que o sofrimento cessasse.
E comentei que as coisas não se
apresentam com significado, somos nós que resignificamos as coisas. Contei como
me tornei professora, porque as oportunidades foram aparecendo e como dei
sentido ao que esteve a minha frente, por isso virei uma professora com amor.
Nosso cérebro instintivo que ou
evitar a dor ou enfrentar a dor com conflito! Claro que essa parte de nós
existe para nos ajudar a evitar sofrimentos e manter o instinto de preservação,
mas qual seria sua aplicação quando estamos falando de resignificar, esse não é
a aplicação para essa parte do cérebro em nós.
A parte do nosso cérebro que opta
por ficar no fluxo, seguir o propósito de vida, também possui a capacidade de
compreensão e escolha.
Claro que sua vontade de fugir de
algum problema pode não ter ligação com estudos, ou capacitação.
Mas essa parte nossa não pode ser
negada: temos um cérebro instintivo que tenta nos preservar por dois mecanismos
que possuem função vital, mas pelo cérebro que pode escolher em que condição
ficar, não vai tentar se afastar ou evitar ficar na fuga ou no conflito, mas a
partir desse estado de consciência sobre esse fato, vai poder escolher algo
talvez fora da realidade para essa nossa parte primitiva cerebral, mas o
sentimento de paz e certeza por essas escolhas sentidas e não instintivas fazem
toda a diferença no trajeto e cumprimento da missão de cada um.
Propósito de vida é tudo e não
combina com bater ou correr todo o tempo e sim se sentir integrado, pleno e em
paz.
Resignificar as coisas faz toda a
diferença, pois saímos assim da posição de vítimas de nossos processos, que é
uma condição coletiva, inadequada para nossa etapa de vida, e passamos a ser
cocriadores de nossas histórias de vida e assim contaminamos o mundo com amor e
companheirismo, porque tomamos decisões conscientes e ficamos do nosso lado por
isso.
Na resignificação não estamos na
resignação, pois a última tem um aspecto normalmente muito forte de vitimismo
também quando está sintonizada a eventos que tem que ser assim, pois Deus quis ou
é nosso carma viver sem poder mudar as coisas do passado e tudo sem previsão ou
permissão de outros resultados, o famoso fatalismo.
Com a EFT removemos as rejeições,
bloqueios e processo de autossabotagem que nos impedem de estarmos em paz
conosco para assim termos foco no fluxo e conexão divinos naturais que temos e
somos.
Essa técnica nos faz uma transição segura,
natural e consistente do nosso ponto de atração, através da resignificação
gradual e progressiva de nossas amarras, muitas vezes invisíveis e arraigadas,
disfarçadas de instinto de autossobrevivência justificada.
No coaching individual ou para
grupos, você tem a oportunidade ser guiado pela experiência e segurança de um
especialista certificado que pode lhe mostrar os atalhos.
Entre em contato para saber da
agenda de workshops e atendimentos.
Rico dia e dá-lhe a
liberdade emocional de ser você com EFT!
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