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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Filme indiano Stanley, o seu poder de escolha em suas mãos


Ele é o Stanley, um tipo de menino muito comum na Índia, que perde seus pais e fica sob a guarda de um tipo inescrupuloso, ganancioso e que explora o pequeno mesmo sendo parente, fazendo com que trabalhe ao retornar do colégio, para pagar seus custos e sem nenhum direito infantil, nem conforto, nem comida nas horas certas, mesmo sendo somente um menino de 8 anos.
Não reclamava de nada, ia para a escola com sua merendeira fazia, pois nem isso o tio providenciava, muito menos dinheiro para o almoço, já que morava de favor com o tipo explorador. Na Índia normalmente a escola encerra as atividades depois das 14:30.
Quando retornava para casa algum tempo mais tarde por algum motivo educacional de atraso, o tio lhe repreendia e o mandava trabalhar direto, sem direito a descanso ou tempo para se alimentar.
No seu dia a dia não era triste, mas sentia falta de seus pais e tinha um pequeno altar móvel com foto de seus pais sorrindo para ele que retribuía com carinho e respeito.
Seu único amigo e talvez verdadeiro guardador era o cozinheiro do restaurante do tio, onde trabalhavam, que lhe ajudava nos temas e o alimentava como as sobras do restaurante, pois muita comida era desperdiçada na cozinha por falta de boa administração do dono do empreendimento.
Mas o menino nunca reclamava para ninguém do que ocorria nas relações com seu tio, mas escolheu ter uma vida cheia de alegria e entusiasmo mesmo assim, tendo amigos na escola que sempre o acolhiam e dividiam seu lanche com ele, mesmo assim.
Era muito inteligente vencendo muitas competições na escola e fora dela, na área de dança e de educação, o que o fazia ficar mais unido com seus colegas da escola, que também não sabiam do que passava na família.
Esse filme que parece muito triste no seu conteúdo, mostra que as pessoas sempre tem pelo menos um grau de liberdade para fazer escolhas mais saudáveis para si, apesar do que lhe ocorre diariamente, e isso é tudo o que importa e faz todo sentido na vida.


domingo, 20 de agosto de 2017

Vizinho reclamão e qual seu ponto de atração


Essa é a história do vizinho do condomínio onde moro que aconteceu e continua acontecendo.
Ele é um mal humorado e reclamão de carteirinha. Outro dia queria saber se eu tinha visto que meu cartaz sobre um evento que eu ia realizar tinha sido removido antes da data em que a atividade ia acontecer e se eu tinha observado isso.
Eu tinha visto, mas como as vezes alguém retira um e acaba arrancando outros porque o espaço de propaganda nos blocos é limitado e tem muitos que fazem divulgação imaginei que teria sido por isso nem liguei para o ocorrido e já fui recolocando um novo cartaz meu e do meu marido também.
Mas ele reclamou muito, falou muito mal do síndico e dava para sentir no formato de sua escrita todo o rancor contra o administrador do condomínio que estava acumulado de outros eventos, como se aquele dos cartazes que nem atingia ele se somava a sensação que ele tinha que o síndico fazia o que bem entendia na administração do local onde moramos.
Comentei que poderia ser somente uma brincadeira até das crianças do condomínio, mas ele furioso continuava falando que agora ia monitorar as placas de divulgação com maior critério e ia soltar os cachorros no síndico se isso acontecesse novamente.
Agradeci o cuidado, mas pude observar momentos de fúria desse vizinho, que se sentia vitimado, contra o síndico, pois temos um grupo do condomínio no facebook, onde a discussão rola bem animada para as reclamações mas nenhuma sugestão de solução, tudo levado para o lado pessoal, demonstrando como esse vizinho irritado se sente vitimado pelo síndico, que acaba rebatendo pois também é pavio curto.
Estou contando essa história para mostrar como as pessoas ainda se sente vitimadas pelas histórias que lhe ocorrem mas não fazem nada além de reclamar dos eventos, sendo que quando estamos envolvidos em algo é porque existe alguma sugestão que pode ser feita ou alguma atitude tomada para que novos resultados possam vir.
A condição de vítimas das histórias só atraem mais vitimização e perda de energia por se concentrar na sensação de impotência e subjugação perante os fatos.
Poderia citar também o fato que entrei em algumas comunidades de doenças e quase fui escorraçada de lá por oferecer soluções para diminuir o sofrimento com o uso da EFT, mas 99,9% estava interessada em reclamar somente do seu sofrimento, como pedindo um colo para mais uma potencial mãe que se apresentava, sendo que o colo traz alento, mas tem muito mais que pode ser feito para reverter quadros de sofrimento existencial, já que somos adultos, e essa retomada de poder pessoal envolve o cuidado conosco também sempre, como o uso objetivo da EFT aliada a outras atitudes de escolha própria.
O lado vítima extremo, por sua vibração persistente e consistente, sempre vai atrair mais do universo em resultado semelhante, tenha isso em mente, fora a perda de tempo e colaboração para a energia coletiva de subjugação que é oposta a retomada do poder pessoal, que além de ser nosso direito divino natural, é intransferível.
Tem quem reclama dos amigos, reclama dos vizinhos, reclama do barulho todo o tempo e perceba o que falo a respeito nessa live que fez muito sentido para muita gente nessa semana que passou.
No replay da live dessa semana eu falo como podemos detectar se ainda estamos passando pela situação de vítima em algum grau, com um checklist muito poderoso e no final ensino uma maneira bem especifica de usar EFT para sairmos do lado vítima. Bom proveito!




sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Será que tem um trauma bloqueando sua prosperidade?

Olá rico dia para você, fico muito contente e radiante em ter você por aqui me acompanhando em mais um texto no blog, pois poder contar para você minhas conclusões e resultados pessoais e de meus clientes e cursos, faz com que tenhamos uma cumplicidade que nos torna mais que cliente e sim membros integrante de uma grande família que está se empenhando em ajudar uns aos outros a voltarem para casa. É muito gostoso esse contato e troca que fazemos.
Gosto de falar sobre traumas, pois a maioria não sabe nem detectar se tem, imagina saber remover do seu presente eventos inapropriados para estarem no agora, pois aconteceram no passado, onde é seu lugar natural e assim devem ficar, mas não é isso que acontece com a maioria das pessoas.
Por definição da EFT, o trauma, seja grande ou pequeno, envolve um bloqueio na malha energética corporal, que nos afasta de nosso fluxo natural de saúde em todos os sentidos.
Quando temos um trauma registrado em nosso corpo, normalmente temos 4 sintomas quando pensamos no evento traumático do passado:
1-      Sensações desconfortáveis, internas ou externas, de maior ou menor intensidade, como pressão em alguma parte do corpo, bem como sensação de agulhadas, ou até dores que passeia na superfície ou internamente. Perceba que a dor ou desconforto físicos aparecem quando pensamos no assunto que nos causou o trauma e é objetivo de aplicação da EFT tais sensações com sequência que falem delas;
2-      Emoções desconfortáveis quando pensamos ou falamos sobre o assunto traumático que podem ser: medo, culpa, ressentimento, raiva, ódio, revolta, arrependimento e tantos outros emoções desconfortáveis;
3-      Imagens dos pontos mais importantes ainda desse eventos traumáticos, que podem ter ou não movimento, cor, falas e atitudes que vem automaticamente quando pensamos sobre o assunto que gerou o trauma;
4-      Parece que, depois do evento traumático, nunca mais fomos os mesmos; como se parte de nós tivesse ficado conectado no trauma e sentisse seu peso e uma parte de nós quer fugir do mesmo pela igual causa. Como uma marca em nós ou um estigma, ou mesmo aquela simbologia da nuvem no Patolino sobre a cabeça, com direito a raios e muita chuva só sobre nossos ombros e cabeça.
Verificar e medir esses 4 pontos é essencial para apreciar como se está evoluindo na liberação de si mesmo dessas marcar no corpo que parecem que vão até a alma que se é faz com que se perceba o nível de liberação do trauma e como seu entendimento pode nos trazer sabedoria.
Outro dia estava atendendo uma cliente que foi abusada sexualmente na infância e o que ela mais detestava eram os perfis de pessoas que usavam seu corpo e seu poder de sedução para tirar as pessoas do caminho da sua alma, sem perceber que mesmo que o caminho pareça errado, sempre existe pelo menos um grau de liberdade para escolher aprender com seus erros e se permitir prosseguir com seus dons escondidos por tanta rejeição de si.
No final o presente foi seu retorno do poder de encantamento por si e pela vida, onde envolve explicar o sentido de algo que só cada um percebe na vida e assim inspirar pessoas a começarem sua mudanças tão necessárias, quando se pensa que a única coisa certa é mudar, aperfeiçoar, e para tal é preciso sair das zonas de confortos pessoais para aproveitar as novidades que ficar fora da caixa pode trazer.
Nós sabemos que muitos passados traumáticos são difíceis de deixar para lá, mas será que precisamos ficar presos a essas vivências até pegarmos a moral da história, ou será que é possível avançar mesmo assim, acreditando que cada coisa que se viveu, boa ou ruim, curada ou não, serviu somente para nos trazer somente até esse estágio atual?
Na live do facebook falo mais detalhadamente sobre todo esse assunto e no final tem uma sequência de EFT muito especial e reparadora, recomendo!



Rico dia para você e até a próxima live no meu facebook,                      segundas, terças, quartas e sextas
                www.facebook.com/nara.muller

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Um segredo revelado na visita ao circo Amar em Recife

Visita ao circo em Recife

Hoje venho aqui para escrever mais um pouco sobre minha viagem recente para Recife, em uma das atividades canceladas por motivo de chuvas, nós decidimos ir ao circo que estava instalado perto do caminho de volta para o hotel.
Decidimos rapidamente pela mudança de planos, para não deixarmos a noite de chuvas e ventos nos desanimar e foi muito interessante tal alternativa de diversão escolhida.
Ver todos aqueles especialistas dando o seu melhor para uma quantidade de público razoável, nem lotado nem vazio estava a assistência, mas para uma noite instável e sem estrelas visíveis no céu, uma boa quantidade de pessoas estava presente.
Pais com filhos, casais e amigos, todos atentos no espetáculo, que naquela noite estava com preço promocional, para atrair mais clientes.
O que quero realmente salientar nesse texto é que os artistas estavam trabalhando com amor, esmero, técnica e entusiasmo, indiferente da quantidade de público e pareciam satisfeitos com tais feitos.
Os palhaços estavam incrivelmente divertidos, mesmo com as pessoas não participando muito dos seus convites, mesmo o público agindo sem muita motivação, isso não alterava o nível de entusiasmo dos integrantes do espetáculo circense.
Para quem você se entusiasma? O que faz na vida que te faz sentir o coração vibrar apesar dos outros e de suas reações? No que você planta o seu melhor, indiferente da qualidade e quantidade da audiência? Ou está esperando a plateia ser ideal para fazer o seu máximo?
Tem coisas na vida que dependem somente do nosso poder de escolha em dar o nosso melhor, em tornarmos o nosso momento autêntico e incrível, indiferente das circunstâncias ou testemunhas.
Quando nosso coração sorri ao fazermos algo, isso indica que estamos fazendo o nosso melhor para o momento e isso que significa realização pessoal plena.
O conjunto de momentos de realização plena, transformam a vida em experiências com sentido positivo para quem realiza e impacto produtivo no mundo que nos rodeia, e isso sim que é viver.
Para uma vida com maior sentido e impacto pratique EFT ou venha fazer um atendimento individual comigo, para resultados mais profundos e entusiasmantes. Aguardo você para acessar o seu melhor, seu mais alto bem, e assim viver mais no seu propósito de vida!

Veja nesse vídeo um pouco dos palhaços desse circo no vídeo abaixo.




terça-feira, 18 de julho de 2017

Usando meu medo a meu favor na viagem para Porto de Galinhas

Em Porto de Galinhas, olhando a piscina "Mapa do Brasil"

Recentemente eu e meu marido fizemos umas férias de inverno no nordeste, mais especificamente Recife, Porto de Galinhas, Cabo de Santo Agostinho, Maragogi e Olinda.
Como todo o tempo instável, passeamos muito, com barco, nas praias, de catamarã e a pé.
O que quero contar aqui foi um evento assustador que aconteceu em quanto visitávamos as piscinas naturais de Porto de Galinhas.
Talvez você já sabe que os arrecifes de corais são parecidos com rochas, mas muito escorregadios e descontínuos.
Então, podia-se ver os ouriços do mar alojados no entremeio do caminho, tendo um filme de água por cima e crateras de todos os tamanhos na trilha.
Foi quando recebi o primeiro sinal que o local era muito perigoso: uma moça cai dentro de uma das fendas e torce o pé na minha esquerda e 3 vêm em seu amparo; a segunda pessoa que se acidentou, estava andando e enterra completamente sua perna esquerda em uma outra abertura e precisou de 5 para tirar a mesma que ficou imobilizada completamente, onde eu fui uma das pessoas a ajudar.
Tudo isso me despertou um terror súbito, pois ainda tinha o vento forte que me colocava cabelos nos olhos e o filme de água sobre os corais que não me deixavam ver adequadamente a superfície onde podia pisar.
Em um momento meu coração gelou e, para agravar, vi as pessoas se afastando, foi quando eu pensei, se elas conseguem ir com segurança eu só preciso ser prudente ao extremo, olhando para o piso a cada passo e pisando com o pé completo em superfícies consideradas planas.
Foi assim que fiz todo o trajeto e tenho fotos lindas por isso.
Poderia ter me congelado por ver tantos se acidentando na minha frente e ao meu lado, mas sempre mantive em mente com um som mais alto, que se eu usasse esses procedimentos de segurança, eu estaria com poucas chances de algum acidente.
Um momento antes da segunda moça cair na minha frente, vi que ela estava olhando para uma piscina natural e não observava o caminho perigoso a sua frente e a primeira a cair estava pisando com a ponta do pé no lugar de pisar com o pé completo sobre os corais e veio a escorregar na superfície deslizante que estava em sua frente.
O medo serve para termos cautela para fazermos as coisas e é por isso que ele existe e vai continuar existindo, pois faz parte de nosso instinto de sobrevivência, e mesmo com toda a sensação que eu estava de praticamente pânico, eu usei meu cérebro para me relembrar de procedimentos de segurança muito usados em superfícies irregulares e úmidas.
O medo me alertou do perigo eminente se eu não tomasse as medidas de precaução que me guiaram por toda aquela hora de passeio.
Poderia ter ficado fixada no medo de cair e deixar de aproveitar o passeio, mas usando o mesmo na forma de cautela eu pude aproveitar cada momento com fotos, vídeos e diversão.
Aos que tentam ignorar o medo, tenham a certeza que estão gastando parte de sua energia vital de autopreservação para manter distância de algo tão importante para nossa sobrevivência: a precaução.
O lado positivo do medo está também no que acontece quando lemos documentos em detalhes, antes de assiná-los, ou olhamos os dois lados de uma rua para atravessarmos.

Veja o vídeo da minha “live” sobre esse assunto e onde também falo de um dos medos que lhe distancia de sua prosperidade natural. Bom proveito! Rico dia de libertação emocional para você!


domingo, 16 de julho de 2017

Será que existe o momento ideal ou é a gente que faz o momento?


Olá como vai nessa nova semana que começa?
Como normalmente idealizamos as coisas, pessoas e circunstâncias... 
Idealizar é mais um jogo da mente, que disfarça sua capacidade de focar em seu desejo por um futuro incerto fantasioso, no lugar de construir passo a passo, com planejamento e determinação diária, atitude que pode ser promovida pelas escolhas conscientes do indivíduo, nunca pela máquina cerebral.
Poderia contar muitas histórias sobres idealizações e como nos deixamos conduzir por elas.  
Muitas vezes acreditamos que só poderemos fazer algo com o momento e circunstâncias ideais.
Gosto muito do filme que conta a história de Charles Darwin e seu momento de criação do livro sobre a teoria de evolução das espécies.
Ele tinha problemas familiares por perda de uma filha muito amada, que desde então nunca mais foi o mesmo, levando seu relacionamento com sua esposa quase a falência e a criação de uma doença muito semelhante que levou sua filha ao óbito e mesmo assim escreveu essa obra memorável, contrariando inclusive as relações clericais da época.
Tem também a história de Edward Bach, que mesmo tendo descoberto um câncer terminal, decide se dedicar a estudar as flores e aplicar em si mesmo e assim cria os florais de Bach.
Outro dia tive a felicidade de acessar o livro A guerra da arte, do mesmo autor de Lendas da Vida, Steven Pressfield.
Esse autor trata os modelos mentais por resistência e seu principal foco é lembrar que elas sempre estarão lá, todos os dias, mesmo que você as tenha vencido no dia anterior.
Essas resistências só servem para mostrar que você vai precisar fazer algum esforço para ir cumprir seu dia e que sintonizar com o melhor, ser sistemático, persistente e profissional fazem parte dos atributos para superar as resistências diárias com facilidade.
Fala também que cada um tem um propósito, mas que é necessário exercitar-se na dedicação e comprometimento para receber inspiração para sua etapa de vida.
O primeiro ponto é perceber que o ideal não existe nem nunca vai ser atingido, pois é um subterfúgio da mente em manter seus padrões conhecidos ativos e operantes.
Em segundo lugar, é ilusão acreditar ter resultados diferentes sem fazer algo fora da sua rotina de forma sistemática. Milagres somente acontecem para que está sintonizado com eles e essa sintonia depende do comprometimento individual em se preparar e manter atitudes distintas, indiferente do que lhe rodeia.
Em terceiro lugar, nada vai cair nas suas mãos que você não tenha criado, conscientemente ou não, tudo é construção, apreciação e ajuste.
Então quando vi esse filme da história de Darwin e li o livro com a vida do Dr. Bach, percebi que quando deixamos para depois até que se faça o momento ideal, estamos desperdiçando nosso potencial de realização, pois a adversidade nunca vai parar de existir e o que podemos fazer é conviver com ela e acima de tudo estarmos comprometidos com nossos ideais.
Um ideal não precisa ser uma missão grandiosa como a de Darwin ou do criador dos florais, mas sim o primeiro objetivo é a convivência melhor com nossas potencialidades e poder de realização que cada um tem.
Ser comprometido é uma escolha, comprometer-se com seus objetivos é um exercício diário e acreditar que as coisas no futuro serão mais leves, menos tumultuadas para somente assim fazermos algo por nós ou para deixar nosso dons aflorarem é só uma atitude que alimenta nossos padrões mentais que já não nos servem mais.
Eu recomendo que vejam o filme Criation, que conta a saga de Darwin até que publique o livro, todos os fantasmas que teve que encarar e como reencontrou seu centro, quando fez o que era necessário para publicar seu livro.


domingo, 2 de julho de 2017

A imagem do sabotador interno em uma cena do filme O vendedor de sonhos


Gostei muito desse filme, porque traz a questão da culpa e o que desejamos fazer com ela depois de percebida.
Fala, também, da perda de entes queridos e o que podemos fazer para voltar a uma vida produtiva, mesmo sem eles.
Tem uma cena sobre a culpa, do sócio do personagem principal que se volta contra ele, como se fosse uma falsa homenagem, mas no final era para dizer que o vendedor de sonhos não passava de um louco que as pessoas estavam seguindo cegamente.
Isso me lembra uma das técnicas que ensino e aplico para meus clientes, pois fica fácil falar sobre o sabotador dessa maneira, vê-lo, pegar sua mensagem escondida, e assim parar de fugir da auto sabotagem e enfrentar a realidade que o sabotador tem informações preciosas para nós.
A maioria somente quer se livrar da auto sabotagem, gastando muito de sua energia para manter distância ou até fingir que ele não está por perto, pois a ignorância não é uma benção como muitos dizem.
Ignorar ou fugir do que está ali, próximo ao nosso alcance e que também é algo que está presente, pois tem uma aplicação importante em nossas vidas.
As pessoas querem fugir do sabotador interno, pois não é nada bacana ser desmistificado na frente das pessoas, sendo exposto com seus erros do passado, sendo visto na intimidade sem a solicitação para tal.

Nesses vídeos que são replays de uma das lives do  meu facebook, eu explico isso melhor, bem como ensino uma prática para resultados imediatos na área de tirar o melhor do arquétipo do sabotador.