
Já vi esse
filme várias vezes e somente agora entendi porque o rapaz evitava tanto o
casamento e ver que amava, já tinha muito tempo, a adorável Hannah, a qual
considerava somente sua melhor amiga.
O protagonista
havia decidido não acreditar no casamento, pois já tinha visto seu pai casar e
descasar muitas vezes depois da morte de sua mãe.
A questão
aqui não é o comportamento do pai em não se estabilizar em casamento algum, mas
como o seu filho via como sendo o casamento algo inatingível, passível de
sofrimento, brigas por dinheiro e poder.
Tudo que
ele evitava era ter um relacionamento para se incomodar tanto como seu pai se
incomodava.
Da parte do
pai , a história era bem diferente, pois eles estava sempre empolgado com a
nova oportunidade de viver momentos a dois de muita felicidade sem se importar
se era o sexto ou sétimo casamento para ele.
Então Tom (
personagem principal do filme) decide não se envolver com ninguém para não ter
que passar pelo o que o pai passou e ainda passa em seus casamentos.
Dessa maneira
deixo de sentir o que era realmente amar e como isso era bom, apenas vivendo
sexualmente ativo sem relacionamentos profundos.
O ponto de
vista de cada um é sempre muito singular, mostrando que se decidirmos que um
evento tem mais desconfortos que aprendizado, podemos jurar que nunca mais
vamos nos envolver em novos eventos tão indesejados e acabamos criando um campo
repulsor de qualquer forma de realização na área.
Também não
precisamos ficar procurando de forma neurótica onde estamos bloqueando nosso
próprio progresso e iteração com o mundo, mas sim que estejamos suavemente
abertos para nos percebermos bloqueando nossa própria abundância de maneira
clara e objetiva.
Uma maneira
de ver se estamos bloqueando com nossa própria energia todas as formas de
comportamento que repudiamos em si ou nos outros.
Se de a
liberdade de se ver mais claramente em usas rodadas de EFT e viva tudo o que
você é de forma gradual e progressiva com certeza!
Rico dia
para você!