
Eu gosto de ver filmes nas minhas
viagens, porque além de me fazerem pensar, sempre me trazem algo para
compartilhar com você que lê essa postagem e me visita, quem sabe pela primeira
vez, ou já há algum tempo, aqui no blog.
Escolhi ver alguns filmes
indianos para variar um pouco. Um dos que assisti foi a história do maior
medalhista indiano Milkha Singh, que mostrou sua determinação, persistência e
coragem para fazer o que mais gostava que era correr.
Mesmo vivendo sua infância e
perdendo a maioria de sua família na época da divisão da Índia e criação
do Paquistão, ele alimentava o desejo de ter um casaco da comissão olímpica.
Como seus parentes mais próximos
foram assassinados durante sua infância por questões político-religiosas da
época, tinha também o fantasma daquela tragédia que lhe retornava de tempos em
tempos, e que apareceram durante algumas corridas mostrando que quando não
digerimos os desconfortos do passado, ficamos drenados e presos a ele de tal
maneira que não temos energia livre suficiente para ir além, ou fica muito
difícil seguir, exigindo um esforço maior que o esperado para tal.
Em sua infância foi deportado do
Paquistão e teve que voltar anos depois para uma disputa atlética entre países,
levando-o a confrontar seu passado indesejado e doloroso e por ter essa
coragem, indo até sua aldeia de origem, deixando sua criança ferida por suas
perdas ser apoiada por si como adulto, libera energia suficiente para ganhar a
disputa com muita vantagem.
Nas olimpíadas de 60, Milkha
Singh não ganha a prova, pois ainda tinha os fantasmas da morte do pai em sua
cabeça, pois não tem como limpar feridas tão profundas e com tantas perdas em
um único confronto como quando ele foi na aldeia de nascimento. O medalhista
começa a prova na frente, mas pelos pontos não digeridos de tantas e
traumáticas ocorrências em sua infância, perde todas as forças e fica sem
medalhas naquela competição.
Mas algumas coisas foram
inspiradoras nesse filme:
1 – não precisa ser rico para se
pensar grande, pois ele era um rapaz muito pobre, órfão e relegado pelo único
cunhado que ainda estava vivo, tendo que aprender a se virar na vida para seu
próprio sustento desde muito jovem;
2 – saber o que se quer e fazer o
que é necessário para atingir é mobilizado pela vontade interna, aquela de se
realizar como ser humano através dos seus dons únicos, essa força que é muito
maior que os desafios da vida, que os obstáculos, traumas, medos e crenças
limitantes;
3 – usar a coragem apesar das
feridas e dos traumas, faz a pessoa chegar muito além do que deseja, e esse é
um dos motivos pelo qual estamos aqui que é aprender a usar nossas ferramentas
de nascimento para nosso mais alto bem e de todos que nos rodeiam;
4 – às vezes, para atingir seus
objetivos, você vai ter que fazer escolhas, algumas mais fáceis outras mais
difíceis, para chegar onde quer, pois não existe perda, somente caminho
escolhido e novas perspectivas que se criam através das opções feitas na vida.
Digerir o passado, permitindo que
os bloqueios pelas feridas emocionais sejam desfeitos e assim ter energia para
seguir em frente é um resumo do que é o perdão e você pode verificar no
questionário do link que segue se realmente isso está ocorrendo em sua vida ou
não.
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passado realmente no passado clicando aqui
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