
Estou hoje escrevendo sobre isso, pois tenho uma amiga e
participante do meu primeiro grupo de estudos que está entre a vida e a morte,
com seus laudos médicos desacreditados e
comunicados para seus parentes de sua passagem para qualquer momento.
O título desse artigo é uma frase muito difícil de ser dita
quando temos em mente a necessidade de querer os que amamos perto de nós.
Por que é tão difícil? Vários são os motivos e um deles é
porque, com a sensação de separação que o ego nos dá, estar longe fisicamente significa
estar separado sem aproveitar o melhor que aquela relação poderia nos dar,
promovendo uma sensação que algo de bom está faltando ou está perdido em nossa
vida. Mas será que não existem outras relações que estejam por vir, somente
esperando essa seguir seu próprio fluxo?
Uma amiga, uma vez,
me perguntou por longo tempo, qual era a função do ego se atrapalhava tanto
nossa percepção da união inseparável que todos temos e como isso só gerava sofrimento
em todas as áreas da vida, porque ainda se precisava ter uma ferramenta tão confusa ainda em uso?
Respondi que para o ego é impossível ver que todos estamos
conectados e é essa a função desse processo individual em que vivemos: a
sensação do isolamento é só para que entendamos e possamos extrair o melhor de
nossas vivências, ou todas as mensagens seriam confusas e de pouca serventia
para nós, como se um sentisse o todo por todo tempo, sem distinguir com clareza
para onde está indo ou mesmo o que está experimentando.
Uma das consequências de nos deixarmos conduzir pelo fato do
ego ser nossa única verdade, é a de termos a sensação de que estamos isolados
de tudo, que estamos separados de todo o resto e que não pertencemos ao
ambiente, ou a família e que temos, ou mesmo que tem algo de errado com nossas
vidas, pois nos sentimos diferentes, por
que realmente somos distintos mesmo, e o que temos de semelhante é a
oportunidade de fazer escolhas que nos conduzem a caminhos de experimentação e
desenvolvimento de sabedoria únicos.

Ontem atendi uma amiga do grupo que estava muito abalada com
a doença e eminente morte dessa amiga em comum e ela estava muito sofrida com
tudo, pois sentia falta dos bons momentos, do apoio recebido, das trocas de
confidências e se indignava com a forma
que a família da amiga não ligava para seu parente que estava em coma.
Trabalhamos uma hora de EFT para que ela pudesse se sentir melhor com a sensação
dessa grande perda em sua vida e todos seus inconformismos por isso.
Uma das condições que podem ser trabalhadas com EFT sobre as
consideradas grandes perdas é primeiro deixar toda o inconformismo sair de
nossa malha vibracional com tudo e com todos, e quase todos ficam inconformados com a vida
ou Deus também nessa hora; depois dizer tudo o que gostaria de dizer com uma
carta desabafo em conjunto com os toques dos pontos da técnica e, finalmente,
quando o inconformismo aliviar, trabalhar que mesmo que não aceite a separação,
escolhe amar e sentir a vida de outra maneira, uma maneira que se dê liberdade
e ao outro de ter suas próprias escolhas, pois não existe um único caminho para
experimentar a vida, não é mesmo?
Rico dia para você e nos vemos na segunda feira 29 de abril
, 21h, grátis , online,para tratarmos de bagagens emocionais desnecessárias e como
ficarmos somente com o que é adequado em nossa etapa de vida com EFT!
Tem a postagem com quase 500 visitas sobre o reconhecimento
se você realmente precisa desse encontro da segunda no link abaixo!
Em outro artigo vou explicar o porquê de emoções represadas virarem doenças e como prevení-las! Nos vemos dia 29!