
Colocar sua vida na mão do outro, será que isso
é ruim?
Porque,às vezes, as pessoas têm tantas dúvidas
de como agir, será que é somente o medo de ficar sem o que tem, ou esse é o
exercício que vai permitir liberar sua própria luz?
Foi isso que percebi expresso no filme Alice no
País das Maravilhas, que conta a história da Alice mais velha em apuros entre
as escolhas de sua família e suas próprias decisões.
A protagonista estava para se decidir casar com
quem a família mais gostava, mas estava na dúvida, e novamente aparece o coelho
em sua vida, fazendo-lhe retornar ao país das maravilhas e tudo que aquele
lugar poderia lhe mostrar de confuso e controverso para olhares desavisados
sobre as mensagens escondidas em cada jornada vivida.
No reino, havia a princesa branca, a bondosa, que
esperava ansiosamente quem abraçaria a luta de retomar a coroa e até parecia
que a mesma não era feita para a luta, mas sim Alice que, a cada momento
naquela terra exótica, se reencontrava em seus dons e potenciais.
A simbologia de enfrentar um Jaguadarte, fera
que guardava o reino da Rainha Vermelha, é o mesmo de enfrentarmos nossas
limitações acreditadas pelas nossas crenças limitantes, fazendo nossa parte,
deixando velhos padrões considerados obsoletos para a etapa de vida de cada um
e assumindo o lado luz, a força plena que nos habita para a tomada adequada de
decisões na vida.
Quando a protagonista volta da toca do coelho,
está determinada a fazer o que é adequado mesmo que outros poderiam considerar
que deveria ser diferente e, mesmo com todas as decisões e falas proferidas no
seu retorno, Alice é ouvida como sinal de respeito, pois já se respeita na sua
liberdade de pensar e crer sobre o mundo como é adequado para si.
Muitos dos padrões familiares já nos serviram
para nos salvar de muitos problemas e desconfortos sem necessidade e por isso
somos gratos,mas será que são de aplicação para a vida toda?
Convido você a liberar seu lado luz, seus dons,
de forma integral, para sentir realmente o que é ser humano, o que é viver.
Claro que o fato de soltar nosso lado luz
requer coragem de se ver integralmente, sem saber em que lugar todo esse
potencial pode nos conduzir, mas é nosso direito divino natural viver em
plenitude de capacidade e ação, não acha?
Quando estamos agindo conforme nosso lado luz,
nosso pleno potencial? Quando sentimos alegria de viver, contentamento natural
ou alguma forma de bem-estar após uma toma de decisão.
E quando estamos nos sentindo desconfortáveis,
o que fazer? Sempre recomendo respirar profundamente 3 vezes e se perguntar se
o que está para escolher vai ser bom para todas as partes escolhidas inclusive para
você!A resposta vem por um desconforto ou bem-estar conforme o momento
particular de cada um. Eu gosto de ver como uma técnica tão simples é tão
poderosa como essa! Experimente essa técnica e deixe de lado o medo de ser você pleno,
integral, para assumir toda sua luz e torne-se seu propósito de vida: viva o
que você é!