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Muita gente ainda não entende o significado vibracional da
culpa, acreditando que a mesma é um sentimento, mas ela não é.
Todos temos um termostato comportamental que é guiado pelas
crenças limitantes, então a culpa é o resultado de um julgamento interno
proveniente dessas certezas sobre certo e errado, que concordamos plenamente
que são válidas e por isso tem força de atuação em nossa vida.
Quando olhamos para trás e vemos que tivemos atitudes
inadequadas, ou um defeito que não conseguimos transformar, alguma atitude nossa
indesejada, ou ainda sentimos vergonha de termos um passado maculado por algum
motivo, estamos vibrando na culpa.
A culpa é punitiva, pois pelas nossas crenças de certo e errado
concordamos que foi errado fazer o que fizemos ou como agimos, mas esquecemos
que em cada etapa da vida fazemos o que podemos, inclusive quanto a nossa
atitude de repelirmos nosso passado mais sombrio e procuramos mantê-lo na
obscuridade
Tem ainda a questão mais profunda sobre a punição, que é
criada com nossas próprias energias, para que nos mantenhamos na linha para não
cometermos novos erros, que acaba nos impedindo inclusive de acessar nosso
propósito de vida, que é a nossa maneira de sermos úteis aos que nos rodeiam de
forma efetiva e produtiva.
Toda inconsciência por possuir algum nível de culpa é
somente mais um truque para mantermos nossos padrões e amarras a modelos que em
algum momento foram úteis, mas agora já não nos serve mais.
A punição é só uma forma de consequência da ação da culpa em
nós.
A autossabotagem é uma forma velada de punição, pois acaba
nos mantendo dentro da barreia energética repulsiva de novas oportunidades, porque assim não merecemos.
Uma outra sensação muito comum é a de que somos desconfortavelmente
marcados para sermos infelizes.
Tem uma caso de várias clientes que já me relataram esse
tipo de situação.
Como se de vez em quando pulasse a sensação que não temos
direito a nada, ou que não nacemos para sermos felizes.
Uma das minhas clientes inclusive além de ter essa sensação, acreditava que assim se sentia por ter perdido sua mãe no nascimento,
também só foi reconhecida pelo seu pai, com mais de 20 anos do seu nascimento e
era vista pela família como uma pessoa marcada por um nascimento
desafortunado.
Mas o centro de todo
seu sofrimento era sentir a culpa da morte da sua mãe, como se ela tivesse
pecado ao nascer, como se tivesse sido fria e calculista,como se em sua vida
não merecesse nada de bom, pois tinha a crença que seu nascimento que havia
gerado o sofrimento de rejeição que sua mãe sofreu durante toda a gestação
pela família, mas o que mais lhe espantava nas pessoas era a distância, frieza
e desamor, que o fundo era seu sentimento por si em seu nascimento e tudo o que aconteceu com sua mãe por isso.
E fizemos muitos atendimentos para encontrar esse aspecto da
culpa até o momento que a cliente teve um sonho que um ex-namorado dizia que
achava ela uma maldição e levamos isso para o atendimento de EFT, foi quando
ela me perguntou porque ela não sentia nenhuma emoção ao lidar com uma atitude
tão trágica e foi quando lhe expliquei que o julgamento é um fato lógico como 2
mais 2 que era igual a 4, só com muita prática de EFT que a culpa se aliviava,
ou seja, se permitiria reduzir a autopunição como forma de reconstrução da
crença que cada um faz o que pode.
Que emoção existe na convicção? Nenhuma. Quando algo é fato
nomente concordamos e aceitamos as consequências disso.
Então por isso que dá mais trabalho quebrar crenças ligadas
a certo e errado no que toca a culpa por atitudes, falas e erros,
principalmente os que consideramos inaceitáveis.
Depois a cliente me perguntou para que servia a culpa, já
que sempre explico que todas as ferramentas que nascemos com, são importantes já
que os julgamentos parecem ser tão crueis por serem punitivos e auto
sabotadores?
Minha resposta a essa : se temos um juiz ele serve para nos
mostrar as opções de atitudes adequadas para nossa etapa de vida, o sabotador
nos serve para reduzir nossas vergonhas e erros, e a dose adequada para a culpa
é o uso da mesma como forma de responsabilidade, onde reconhecemos que erramos,
para a partir desse reconhecimentos fazemos perguntas como: o que seria
adequado , para nossa etapa de vida, fazer para evitar novos erros daqui para
frente?
Minha cliente ficou pensativa sobre o assunto e se
comprometeu a fazer toda a EFT necessária para abrandar o juiz/condenador
existente nela, pois acredita que merece uma chance de ser feliz.
Eu já fiz muito trabalho comigo sobre o
juiz/condenador/sabotador. Um dos últimos trabalhos se revelou para mim quando
eu já havia quitado o apartamento mas estava tudo enrolado para conseguir passar
o mesmo para meu nome. Depois de 4 idas ao cartório minhas e uma de uma amiga,
nós duas começamos a desconfiar que havia algo de errado. Foi somente ai com
muita indignação que me dei conta que estava me sabotando pela falta de
merecimento de estar nessa vida, sendo que , depois do meu nascimento, minha
mãe nunca pode fazer a profissão que achava linda que era ser locutora de
rádio.
Quando me apareceu aquela frase na minha cabeça, fui do meu
apartamento até o cartório, falando das minhas culpas por isso e como eu não
merecia que as coisas fossem fáceis para mim, já que não facilitei em nada a
vida da minha mãe.
Mas tudo são pontos de vista, tanto que além de em poucos
dias conseguir minha escritura ainda consegui fazer alguns passos a mais na
direção do meu entendimento de como era aceitável me amarrar já que eu tinha
cometido um crime irreparável.
Mesmo que você não tenha parentes que tenham jogado em sua
cara por muitos anos sobre a sua vida incoveniente e como tudo isso mudou
negativamente suas vidas para sempre, a trilogia juiz/condenador/sabotador está
sempre esperando suas ordens através de suas crenças limitantes sobre certo e
errado para agir na manutenção das coisas como estão para que tudo saia
exatamente como esse mapa mental está programado para libertar ou limitar.
Veja um exemplo de uma crença limitante sua que foi abolida
com o tempo: quando você era pequeno, para atravessar a rua sempre contava com
a ajuda de seus pais ou guardadores, depois como cresceu, passou a acreditar
que atravessar a rua era possível sozinho e por isso começou a fazer isso sem
ajuda de seus parentes e foi também porque aprendeu a olhar para os dois lados antes de
atravessar, usando a ferramenta do medo na forma de precaução.
Se você olha para trás vai ver que era adequado para você na
sua idade infantil procurar ajudar pra atravessar a rua, pois crianças não tem
prática nisso, nem percebem o mundo como um adolescente, ou um adulto, pois seu
cérebro ainda não está bem formado para isso.
Então acha normal ter pegado na mão de alguém para
atravessar nem por isso se sente intimidade se alguém faz comentários sobre sua
atitude insegura da época.
Você tem a aceitação que era normal e por isso segue em
frente, com o entendimento inconsciente que era o que poderia ter sido feito na
época dentro do seu potencial disponível.
E é assim que é seguir em frente, apesar de atitudes que
hoje você não tomaria.
No caso meu e da minha cliente, com certeza, foram as mães
respectivas que se submeteram a ter a vida que tiveram, e não nós como bebês
que lhes impomos nossas necessidades como prioridades em função de seus sacrifícios, pois conheço
muitas mães que tocam suas vidas apesar dos filhos, e para tal encontram uma
maneira de avançarem fazendo o que lhes agrada.
Vi muitas mães inclusive carregando seus filhos amarrados a
cintura e indo a todas as partes sem deixar de viver por terem filhos.
Acreditar no sacrifício não retribuído também é uma crença
limitante, pois quem faz esperando retribuição está forçando uma troca e um
reconhecimento de seu valor que a si não se dá e busca isso nos outros.
Na aula do dia 12 de abril trabalhei uma sequência para
aceitação muito específica, que aplico a meus clientes nos atendimentos que só
por esse trecho do audio já teria passado ouro 24 quilates para os que
participaram


Eu abri uma excessão e está a venda na minha loja virtual
por um valor irrisório, se for comparado ao mesmo tempo de atendimento
individual para as duas horas que tem o valor que é bem inferior aos 320 reais.