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segunda-feira, 30 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Museu de Sarnath/Varanasi/Índia

Há uns dias atrás, novamente visitei Sarnath,
sítio arqueológico da cidade de Varanasi, e não foi só na primeira vez que tive
a impressão de já ter estado por lá em outra vida. A energia do local é
maravilhosa, muito pacífica e reparadora. Pude ver um lindo pavão real e outras
aves encantadoras também correndo, andando e voando livremente na região,
simbolizando a vida livre e abundante que existe dentro de cada um. Reconhecer
a natureza livre é como relembrar que temos essa natureza em nós. Por isso é
que ficamos tão encantados com o que vemos ao nosso redor de belo e abundante.
Tudo isso é reconhecer nossa beleza livre, impar e natural e tudo isso é
realmente refazedor para qualquer pessoa.
Ver novamente a passagem com o
monumento onde Buba passou seus ensinamentos para os 5 primeiros discípulos foi
bem diferente da primeira vez, mas o que visitei de mais interessante foi o
museu dentro deste sítio que na primeira oportunidade estava fechado por ser
dia de folga local.
Sempre me perguntei sobre porque do
declínio de cidades tão poderosas e sempre as respostas externas que tive foram
por motivo de alguma invasão, guerra, ou fenômeno natural, mas será que não foi
somente mais um desejo coletivo para explorar novos horizontes? Por que será
que pensar no final de uma era dourada de um povo seria algo ruin? Temos
histórias incontáveis sobre Astecas e Maias e o que a história nos ensina é que
esses povos foram vitimados por invasores, não seria tudo isso somente mais uma
visão vitimesca sobre um fato desejado e atraido pelos referidos povos, mesmo
de forma inconsciente?
Minhas colocações aqui são somente
para que possamos estar abertos para sairmos dos modelos importados e impostos
por nós mesmos sobre o real sentido da vida do ponto de vista mente-ego, para
começarmos a peceber que tudo é caminho.
Outro dia estava atendendo uma jovem
senhora que se reclamava muito do atual parceiro, mas não queria usar nenhuma
técnica para trabalhar seu ponto de vista sobre o que estava passando com seu
atual companheiro, porque acreditava que o problema estava somente com ele e
claro que os péssimos hábitos do mesmo
irritavam-na profundamente. Tentei lhe explicar como as leis da atração
funcionam lhe dando o que você já tem e
isso implica em vibração e manutenção de foco, não como um trabalho desgastante
mas como um processo autoexploratório de potencialidade pura de si mesmo. E
como a cliente nao quiz trabalhar a EFT para se sentir melhor com o que estava
acontecendo e assim ter uma nova escritura vibracional, entendi que isso não
estava errado em sua vida, era somente uma etapa em sua vida que nao estava
pronta para experimentar mais e melhor no amor.
Quando comecei minhas transformações
mais intensivas para deixar meu passado passar, e esse era o motivo de meu
maior sofrimento repetitivo e crescente com os relacionamentos, com o tempo
entendi que nao havia nada de errado comigo, somente um desejo intenso de
seguir meu próprio fluxo natural de autorevelação de meu potencial de
felicidade e contentamento, pois essas sensações de leveza que vem do interior
não tem preço e já são o real pagamento de toda uma existência.
Gosto de me olhar no espelho
cultivando meu espelhamento interior, mesmo que minha mente acredite que existe
muito a ser feito, essa visão parcial de mim mesmo é somente mais uma possibilidade
de acreditar que existe algo de errado em minha vida, ou não. A mente não
precisa ser o comandante de nossas vidas, pois é somente uma máquina que aje
conforme nossas próprias programações interiores.
Então se dê uma chance de acreditar
que já é um instrumento único e perfeito por si só e se de um tempo para tantas
cobranças através da autoapreciação! Lindo dia a todos!
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Olhando o comportamento dos macacos
Estou em viagem a Índia novamente e
tive a grata oportunidade de ver uma invasão de uma família de macacos em área
urbana da cidade mais antiga do mundo chamada Varanasi, num total de 8 animais,
entre filhotes e adultos.
Estava com muita curiosidade para
ver novamente macacos locais, já que parecem ser feitos de areia pela cor que
têm e
olhos que parecem muito humanos e expressivos.
Esses primatas estavam a procura de
novos lugares para habitar, como me falou um nativo dessa cidade. Sempre
buscando novos lugares para viver, explorar e conhecer, assim vivem esses
lindos animais que parecem só ter medo dos cachorros locais, pois naturalmente vão
invadindo tudo, rasgando roupas como
forma de reconhecer novo território, por esse motivo, os moradores enchotam os
mesmo sem machucá-los.
Eu achei muito interessante como
esses animais estão tão abertos para o novo, novas etapas novos desafios, e são
cosiderados somente animais irracionais. Ser irracional assim parece divertido
e interessante, não acham?
Também não se permitem intimidar por
qualquer ameaça, mantendo distância dos possíveis predadores caninos e enchotes
humanos, mesmo assim perseguem seu desejo mais interno de se expandirem em
território, que também simboliza a exploração interior.
Não sei se estamos preparados para
seguirmos nossa natureza, mas sempre é possível viver com menos sofrimento,
pois o mesmo é indício de resitência a todo processo natural de autoexploração
que possibilita a vida.
A vida pode ser encarada com uma
aventura cheia de oportunidades ou uma
sucessão de martírios, dependendo somente das escolhas de pontos de vista sobre
a vida.
Se abrir para o novo é nossa escolha
e nosso direito natural e se temos alguns medos por ja termos sofrido antes, é
importante perceber que a cada respiração o ar sempre está lá para nos suprir,
sem precisarmos nos preocupar com a abundância e satisfação automática de
nossas necessidades, desde que mesmo que sintamos algum perigo eminente, também
percebamos que existe um suprimento infinito de tudo o que necessitamos e,
como já comentei em outros textos,
quando falei sobre a quantidade incontável de estrelas , grãos de areia,
diversidade animal e vegetal, e tudo isso é somente a natureza nos mostrando
sua abundância e nosso livre acesso a todo essa gama infinita de
possibilidades.
Eu gosto de usar perguntas sem
pretenção de resposta para saber como ando me tratando. Por exemplo, se desejo
realmente que meu inconsciente fale para mim se estou me limitando, eu me
pergunto e deixo que a resposta venha, pois na maioria do tempo não estamos
abertos para ouvir nossa própria voz interior. O principal e simples segredo
dessa técnica é simplesmente perguntar sem interesse em apressar as coisas. As
respostas que vêm são sempre interessantes e surpreendentes. Pode ser que
apareçam respostas nos mais diferentes locais, de seu próprio interior ou de
pessoas e coisas ao seu redor.
E vá aos poucos e consistentemente
se abrindo para a vida e curtindo o processo de ser você mesmo!
domingo, 1 de abril de 2012
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