
Olá como vai nesse rico dia?
Eu gosto muito de uma propaganda que tem
atualmente na TV de um supermercado, que pergunta o que você faz para ser
feliz, você feliz o que é que faz.
Gosto muito dessa coisa de podermos interferir
positivamente em nosso mundo mais próximo, que sempre começa em nós e se
expande para nossos parentes vizinhos, amigos, colegas de trabalho e para todos
que entram em contato conosco.
Mas quando não se está feliz consigo fica
difícil ser e se sentir feliz com as coisa que lhe rodeiam, inclusive imprimir
um novo olhar sobre os eventos, pois o descontentamento interno se reflete no
exterior, porque nosso olhar sobre o mundo é só um reflexo do nosso olhar
interior.
Nunca teremos como saber até que ponto pessoas
estão se influenciando com nossas atitudes e vibrações e não estou dizendo isso
para você ficar se controlando para evitar o mal no mundo, mas estou
incentivando você a propagar seu propósito de vida, mesmo nas coisas mais
simples como andar, falar, realizar as tarefas domésticas, de trabalho, no
convívio com outros ou nas atividades estudantis.
Eu gosto muito quando o considerado embaixador
da paz , o indiano Maharaji, quando diz: estamos aqui para sentirmos o contentamento
do preenchimento, para matarmos a sede de estarmos conosco em nosso pleno
potencial.
Sentir-se bem é sinônimo de felicidade, pois é
só ver o sorriso que se abre no rosto de alguém que está gostando do que está
fazendo.
Uma das maneiras do propósito de vida
demonstrar-se acessado é através do sorriso espontâneo, que brota naturalmente,
quando fazemos algo que gostamos.
Gostar de algo só depende do ponto de vista,
como diz Louise Hay, e essa autora ainda comenta que pontos de vista podem ser
mudados.
Isso é fácil de ser compreendido quando em meus
cursos, palestras ou atendimentos individuais, eu uso o exemplo de onde estamos
quando olhamos para prédios. Se estamos no telhado, vemos normalmente somente o
topo do mesmo, sem distinguir quantos andares o mesmo tem ou se entram ou saem
pessoas . Se, por outro lado, estamos no térreo e olhamos o mesmo edifício, não
temos como saber os detalhes do telhado ou mesmo quantas antenas estão
instaladas por lá.
Tudo depende de ponto de vista e depende de nós
o nosso olhar, nossa capacidade de percebermos outros detalhes, que acabam
sendo relevantes quando decidimos por essa nova visão das coisas.
Uma coisa eu posso dizer, com convicção: o
propósito de vida, quando em ação, traz contentamento natural do ser, mas
quando existem sensações contrárias a esse bem-estar, forna, no mínimo, uma
acesso dificultado ao que viemos e podemos fazer de bom por nós e pelo planeta.
Uma das coisas que nos distancia do nosso
propósito de vida é o julgamento que fazemos de nós mesmos, quando demonstramos
que não nos aceitamos integralmente.
A rejeição de si nunca é específica, trazendo a
repulsão de si, já que está em nós, também, o acesso ao nosso propósito de
vida.
É o caso clássico da ação do antibiótico: mata
as células agressivas ao nosso corpo, mas também as células saudáveis, tanto
que ficamos em maior ou menor grau, intoxicados com seu uso, precisando de
tempo para sua excreção completa.
A rejeição além de gerar um afastamento de nós
mesmos, pois acabamos querendo ficar longe de nós, porque não nos aceitarmos ou
a alguma de nossas atitudes, também gera doenças como depressão que,
para mim, é o mal do século.
A depressão é explicada por muitos autores,
como o afastamento ou distanciamento de si. A pessoa não se sente, não se
percebe e traz junto uma ausência de vontade que normalmente inclui a falta de interesse em experimentar o
mundo e viver junto dos que ama e lhe amam também. Usa-se medicamentos
expecíficos que são paliativos mas não resolvem a origem do problema, pois quando
descontinua-se o uso, os sintomas normalmente retornam.
Outro aspecto da rejeição é a punição por falta
de mudança e uma atitude de autossabotagem como maneira de lembrar que não mudou
como deveria ou no tempo pré-determinado por padrões internos, ou, ainda não
teve a atitude considerada correta.
Mais um aspecto da rejeição é a energia perdida
não se aceitando. Quando nos rejeitamos, queremos ficar distantes de nós, nos repelimos, sentindo uma vergonha ou, muitas vezes, nos vemos como uma aberração.
Pesquisas mostram que a vergonha
é um dos sentimentos geram menor frequência vibracional, sendo a
vibração que menos nos sintoniza com nosso propósito de vida por esse fato.
A rejeição também gera a autossabotagem aparecemanifestada em várias
áreas da nossas vidas, como nas finanças, nos relacionamentos, na saúde física
e emocional, bem como nas quantidades de alimento ingeridas.
A rejeição está incluída e expressa no efeito
sombra e saiba como detectar esse efeito e suas consequências no vídeo abaixo.
frameborder="0" allowfullscreen>