Estas são algumas fotos integrantes do livro Eu na Índia, lançado em janeiro de 2025, pela editora Mágico de Oz.
eu no Taj Mahal 2011, primeira visita à Índia
eu no aeroporto de Varanasi com meu livro Florescer Metafísico janeiro de 2024
Parte do sítio arqueológico de Sarnath, Varanasi, perto da primeira preleção de Budha
O Kingdom of Dreams que hoje não existe mais, toda cultura, cinema, dança e culinária indiana em um único lugar, fechou no período COVID, detalhe do céu artificial, Guru Gram, Grande Déli.
Aeoroporto de Chenai, sudeste da Índia, fazendo conexão para Varanasi, por motivo de neblina intensa, décima quarta viagem.
Local da primeira preleção de Budha para seus 5 discípulos, Sarnath, Varanasi
Próximo ao primeiro local de preleção de Budha, o símbolo em hindi de Om, que parece o número 30
Mais um pouco do mesmo templo hindu acima
Refeição para 3 como esta tiveram o valor em 2011 de 5 reais, uma delícia, em um lugar que ficava no segundo andar com pé direito muito baixo, próximo ao Ganges, Varanasi
Na entrada do Kingdom of Dreams
esquilo indiano, são magros, rápidos e nervosos
pavões andando livremente em parques
Entrada do Kingdom of Dreams durante a noite
entrada principal depois do portão de conferência de ingresso com dourado e mosaico espelhado nas pétalas da flor de lótus
No Ganges de dia
macaco circulando livremente no terraço da vizinha
sino das preces budistas em Sarnath, todo marcado com pintura dourada para cada oração feita
mini templo na frente da casa dos meus sogros em Varanasi
Mini Taj Mahal no museu em Agra, Uthar Pradesh
Templo em Varanasi, que na frente tomei um Lassi, um iogurte com açúcar e água de rosas, batido com gelo, que me desaranjou o intestino toda a primeira viagem, salva pelos antibióticos e antiheumíntico
Uma manhã nebulosa, normal no inverno na Índia, universidade frequentada por moradores do bairro em Varanasi, local para praticarmos badminton
foto ao lado de veículo local, universidade pública de Varanasi
dentro do chatarpur mandir
búfalo local em Varanasi
na escadaria para acessar o Ganges em Varanasi
Em Déli, templo de lord Hanumman, Chatcharpur Mandir
Rótula muito importante, já que Varanasi, mesmo com mais de 3 milhões de habitantes, não tem semáforo
oração aos 4 pontos cardiais, com sadus locais , arti noturno, candelabros encandescentes
no local de preleção de Budha
no Ganges
Sarnath
Sarmath no inverno
Budha e flores de lótus
templo budista em Sarnath
Hare Ganga
No caminho do zoológico em Sarnath, Varanasi.
Detalhe: esta foi a blusa de seda na qual viajei e ao pegar o carrinho das malas tomei um choque,
eu estava eletrizada pelo voo literalmente...
Mais da primeira visita a Sarnath
Ashish ainda não tinha feito a cirurgia a Laser, primeira visita minha ao país
com um Kurti pijama que ganhei da minha cunhada
Parte do museu nacional de Déli
Ruinas em restauro, em uma das partes de Déli
templo Sikh em Deli
Entrada do forte Vermelho em Agra
adoro estes estilos indianos nas janelas e portas
Jaipur, parque perto do hotel onde ficamos
Portão de um parque lindo em Jaipur
Templo Sikh, em Jaipur, no Rajastão, cidade do nascimento do Dr Deepak Chopra
lenço na cabeça e lavagem de mãos na entrada do templo eram obrigatórios
Jardim dos 5 sentidos
Maior mesquita a céu aberto em Déli, Kutub Minnar
Centro de Nova Déli, Conaut place
tigre branco no zoológico de Jaipur, Rajastão
zoológico de Déli
passeio motorizado pelo zoológico de Déli
mudras , setor de imigração, entrada do aeroporto internacional de Déli, Indira Gandhi
Portão da Índia, Nova Déli
chegada, em aeroporto entre cidades
pizza no Dominos, uma das melhores de todas que provei
por lá
Museu naciona de Déli
museu nacional de Déli
monumento em Déli na frente do parlamento, detalhe: suando só um pouquinho
Wal Mahal, só para as moças espiarem sem serem vistas, Jaipur, Rajastão
Shopping center em Déli
Entrada do parque em Jaypur
palácios, ala feminina, em Fortes em Jaipur, Rajastão
astronomia a céu aberto em Jaipur
visitamos muitos fortes em Jaipur
produção de alimentos dentro do forte
astronomia diurna, em Jaipur
centro astronômico e astrológico em Jaipur
palácio no meio da água, para defesa, água para beber e passeio de barco
jardins internos de um forte restaurado
templo em Jaipur, sempre de pés descalsos e mãos lavadas
em região serrana perto de Deradhoon, Mussorie, junto a cordilheira do Himalaia
em dia ensolarado de inverno, Mumbai, muitos jovens passeando com seus colegas
e grupos de amigos
Cheio de estátuas quebradas por tiros durante a colonização portuguesa
O portão de entrada para Índia, quando os portugueses chegaram, chamaram de Boa Baia,
que depois virou Bombain e depois Mumbai
Construção na própria rocha, tanto reino, quando templos
em Elephanta Caves, sistema de captação e preservação de água limpa
para todas as estações
carimbo de lugar visitado
uma das praias de Mumbai
ponte de Mumbai, aparece em muitos filmes indianos
porto de Cochin
Chole bathure, molho de grão de bico, Mumbai
Batha falls, Mussorie
hotel em Munnar
entrada do hotel em Munnar
Munnar, plantação de chá do tipo camellia sinesis
depois da massagem ayurvédica de corpo todo,
em que quase fiquei sem o escalpo, Munnar
montanha coberta de pés de mais de 250 anos de chá,
em formato de mesa para melhor captação solar e produção
no Brasil , esta frase é usada para o café
região portuária em Cochin
quedas d'água a caminho de Munnar
represa a caminho de Munnar
Munnar, Kerala
Em Munnar, na Tata Tea industry
Em Cochin, no shopping, onde jogei boliche pela primeira vez na vida
shopping em Mumbai
primeira vez em Sarnath, campo de girassóis, parece até montagem,
minha flor favorita!
Detalhe na entrada do Taj Mahal, variadas pedras preciosas,
perfeitamente lapidadas a mão ( jade e rubi)
dia do nosso casamento em templo hindu , em 2012
ganhei esse sari, muitas mãos o fizeram e também tive ajuda para vestir
No borboletário, com o livro Florescer Metafísico,
na maior cidade cinematográfica do mundo, Ramoji City Cinema
para ver o trailer do livro Eu na Índia, também está na Amazon
Vídeos sobre minhas viagens é só clicar na imagem abaixo
Finalmente fomos assistir ao filme nacional “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” e gostamos muito.
Fora a questão do meio-ambiente divulgada, mostrando que o progresso também tem relação com a manutenção ambiental, percebi alguns temas presentes para relacionamentos mais saudáveis nesta película envolvente e divertida.
Como é importante ouvir para poder ver, este foi um dos comentários do próprio Chico Bento em uma das partes do filme. O que mostra o quanto é importante ouvir o que o outro tem a dizer antes de concluir e usar seu ponto de vista como o único correto.
Outro ponto interessante é que, quando ouvimos, também temos a chance de ver, ouvir e sentir o ponto de vista do outro e assim podemos perceber que não existe somente o nosso olhar sobre os acontecimentos.
O terceiro aspecto é que todos têm direito a ter e a expressar sua opinião sobre os acontecimentos, é perceber que o outro também está presente e tem direito ao seu livre argumentar.
E mesmo que alguém divirja de nós, isto não significa que o outro está contra nós e, por isto, não precisa ser repudiado ou humilhado por pensar diferente.
E lembre: sempre que nos sentimos desconfortáveis com o que parece resistência de outros quanto ao que sentimos, pensamos ou expressamos, está na hora de usar EFT para os eventos anteriores semelhantes, eventos humilhantes sobre oposição de opiniões, discussões sem fim, familiares ou entre o casal atual.
Tudo isto pode começar a se resolver de dentro para fora em cada estágio de vida que se revela para nós com a técnica da carta-desabafo, técnica do palquinho e técnica da cena de cinema que seguem abaixo, mostrando que se cada um fizer a sua parte no relacionamento, o mesmo pode ser mais assertivo e interessante. Excelentes práticas para você!
O donjuanismo é uma faceta do narcisismo, onde a pessoa se alimenta viciada na
química gerada pelas paixões. E quando a paixão atual perde esta produção
bioquímica, a pessoa vitima o próximo para ter esta química gerada novamente no
corpo, o que lhe traz bem-estar e saciedade temporária, por depender de
estímulos externos para manter esta produção metabólica ativa no corpo.
Vi esta
série espanhola verídica na Netflix e me encantei com a exemplificação de
relacionamento narcisista feminino de donjuanismo e como os parceiros e suas
personalidades se permitiram envolver ou se liberarem dos laços afetivos com a
personagem central da trama, a espanhola Rosa Peral.
No primeiro caso em que
teve, foi quando atraiu seu primeiro marido pela apelação sexual, onde teve sua
filha. Mesmo com seu casamento ativo na frente de seus parentes, nos bastidores,
teve um caso com o primeiro policial, que entendeu bem no começo que ela nunca
iria lagar seu marido por ele e foi literalmente largado pela amante, sem nenhum
arrependimento.
Quando o marido percebe as traições, dá um jeito de encontrar
uma nova parceira e se separa da policial, que parece que vai surtar pelo marido
ter decidido por si, no lugar de viver um relacionamento tóxico. Uma coisa que
sempre estava presente em suas atitudes era que, se se sentia entediada no
relacionamento que tinha, logo dava um jeito de sentir os reflexos da paixão e
sua química, quando se envolvia com um novo relacionamento, cheio no início de
paixão e envolvimento.
Por isto, pouco tempo depois, já estava tendo um novo
caso com outro policial com hábitos tóxicos, fichado por agressão, que
posteriormente se comprova quando provoca e oculta o assassinado de um mendigo,
como desculpa para tentar proteger sua amante de um corte com caco de vidro pelo
morador de rua.
Quando este policial começou a dar mais atenção aos amigos do
que à sua relação, começa a ter um novo caso com um policial casado que deixa
tudo pela amante e decide casar com ela. A protagonista começa a se sentir
entediada com todo o controle do novo marido apaixonado e, no lugar de deixá-lo,
decide provocar um dos amantes, se colocando na posição de vítima e decide que
não aguenta mais ser tão sufocada e controlada, e decidem juntos como eliminar o
cônjuge mais novo.
Como vingança ao primeiro marido por lhe abandonar, tenta incriminá-lo pelo
feito, mas faz o mesmo sofrer até ser provado que não teve ligação com o
assassinato.
Mas quais foram as fraquezas dos subjugados, um até a morte, pela
policial?
Ponto fraco 1: sexualidade e sensualidade. Quando o poder do
encantamento sexual fica mais forte que a razão. Sexo é bom, mas não deve
dominar a pessoa.
Ponto fraco 2: achar que vai mudar o outro, mesmo tendo
conhecido como é e mesmo que não tenha reconhecido como tal no início da relação
por algum subterfúgio do par tóxico. Ponto fraco 3: atrair o semelhante, que
pode gerar até o assassinato de um dos envolvidos, por de mais prazer e maiores
taxas químicas geradas pela paixão.
Ponto fraco 4: dependência emocional de uma
das partes, onde um dos envolvidos no relacionamento já vem com baixa-estima,
falta de amor-próprio, falta de reconhecimento da própria potencialidade
relacional consigo e por isto busca reconhecimento e amor condicionado, com a dedicação extrema ao
outro, bem como controle por medo de perder o par e acaba se tornando uma pessoa
sufocante e dedicada totalmente ao cônjuge, se afastando de amigos e parentes
para se dedicar integralmente a nova família formada.
Vale ver esta minissérie e
me dizer se percebeu mais detalhes sobre esse tipo de relação parasitária
tóxica.